terça-feira, 13 de novembro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Neymar em Praia Grande, no tempo em que era Juninho
PRAIA GRANDE
O garoto esbanjava talento entre a molecada e o time de várzea do Jardim Glória
Por: Enio Lourenço
Publicado em 21/09/2012, 16:25
Última atualização às 16:51
Neymar da Silva Santos Júnior nasceu em Mogi das Cruzes e teve uma infância nômade devido às empreitadas futebolísticas do pai, também ele um atacante. Antes de a família Silva Santos desembarcar na Baixada Santista, eles moraram em Várzea Grande, no Mato Grosso, onde o Seu Neymar vestiu a camisa do Operário Futebol Clube e se sagrou campeão estadual, em 1997, quando Neymar Júnior tinha cinco anos de vida.
Chegando ao litoral paulista, a família viveu na casa da avó paterna do craque, em São Vicente. Com o nascimento de Rafaella, a caçula da família, o espaço tornou-se pequeno e os quatro se mudaram para a Praia Grande, onde viveram nove anos.
No Jardim Glória, na periferia da cidade, o garoto foi se habituando a fazer do futebol o seu estilo de vida. “Cheguei a ter 50 bolas em casa” – revelou Neymar, aos 14 anos, em entrevista à TV Tribuna. Como a maioria das crianças, ele conciliava os estudos com a brincadeira predileta, jogar futebol. Os amigos do bairro contam que podia ser em casa – num campinho de areia no quintal, feito pelo pai –, na rua, no campo do Grêmio, o “Juninho”, como era chamado, estava sempre chutando uma bola.
Jonathan Santos Marcelino, 20, repositor em uma transportadora de tintas, era um dos amigos de Neymar. Ele lembra que almoçava na casa do atacante e vice-versa e sempre jogava vídeo game. “A gente estudava no Tio Baptista (Escola Municipal José Júlio Martins Baptista), onde fomos campeões dos jogos escolares. Foi uma época muito boa".
Das fortes lembranças de Jonathan, as que mais o empolgam são as da molecada jogando bola nas ruas do Jardim Glória. As peladas iam de depois das aulas até o anoitecer. “Teve um dia em que o Neymar trouxe os amigos dele do Gremetal (clube de Santos onde jogava futsal) e chamou a gente para jogar contra eles na rua. Um dos moleques do time do Neymar era o Alan Patrick (ex-jogador do Santos, hoje no Shakhtar Donetsk), mas não conseguiram nos vencer. O jogo terminou 20 a 19 para nós” – diz, entre risos.
Os primeiros chutes no campo do time de várzea
A referência em futebol no Jardim Glória é o Grêmio Praia Grande. Localizado ao lado da Via Expressa Sul, o clube – basicamente um campo de futebol –, fundado em 1969, é conhecido nos campeonatos amadores da Baixada Santista. O presidente do Grêmio é o pedreiro Celiano Alfredo da Silva, o Celinho, de 62 anos. Ele conta que é difícil manter categorias de base na agremiação e não mede esforços para manter o que chama de trabalho social. “Muitos garotos treinam sem ter o que comer. Então, a gente compra pão, mortadela e suco pra eles, antes dos treinos e jogos.”
Neymar era vizinho do Grêmio Praia Grande e resolveu jogar na várzea do bairro, dos nove aos onze anos. O seu técnico foi Eugênio Silva Rosa, o Biro. Mecânico e ex-jogador de futebol, ele treinava o time pré-mirim do Glória, no início dos anos 2000. “O Neymar era um menino tímido, falava pouco, mas no campo era diferente dos outros. Não existia timidez com a bola rolando. Mesmo os garotos mais velhos não conseguiam segurá-lo.” Celinho e Biro se recordam de que Roberto Antônio dos Santos, o Betinho – olheiro santista, que revelou Robinho e depois levou Neymar para a Vila Belmiro – esteve “umas vezes no campo do Grêmio”, observando os jovens jogadores. “Pouco depois o Neymar já jogava nas categorias de base do Santos.”
Ambos lamentam apenas que o astro da seleção brasileira fale pouco de seu passado no Jardim Glória. “A gente fica triste porque ele não fala nada da época em que esteve no Grêmio. Talvez porque os empresários achem que a gente vai querer alguma coisa” – diz Celinho. Os dois mantêm a esperança de que Neymar faça uma visita para conversar com os garotos do bairro ou doar material esportivo para ajudar jovens que têm vontade de um dia se tornar em iguais a ele.
Um orgulho do Jardim Glória
Em todas as ruas nomeadas por letras do Jardim Glória sempre se encontra alguém que tenha alguma lembrança do pequeno menino franzino, tímido, que falava baixo e para dentro, mas que com a bola nos pés – seja no asfalto quente, na quadra ou no campo – fazia os outros gritarem por ele.
Nas escolas Estadual Oswaldo Luiz Sanchez Toschi e na Municipal José Júlio Martins Baptista nenhum funcionário fala da vida escolar do famoso ex-morador do bairro. Mas, nas ruas do bairro, quase todos dizem ter a honra de conhecê-lo. E quem o conheceu, criança, fala de boca cheia das habilidades do craque com a bola, da destreza e da facilidade com que a manuseava com os pés. Outros moradores se sentem orgulhos por viverem no mesmo lugar onde um dia morou um dos maiores fenômenos do futebol e da mídia. “O pessoal do Glória se sente orgulhoso do sucesso do Neymar na Seleção Brasileira e no Santos. Quem sabe um dia ele não aparece aqui para dar um abraço na gente” – afirma de maneira esperançosa o seu ex-técnico Biro.
Amigo de infância luta para virar jogador de futebol
“A nossa infância era estudar e jogar bola. Eu e o Neymar fazíamos campeonatos de futebol na rua. Todo mundo do Jardim Glória parava para assistir. A maioria dos moleques do bairro é habilidosa, porque jogam bola desde criança o tempo todo.”
Diferente do célebre amigo de infância e companheiro de peladas de rua, Yago Vieira da Cruz, de 20 anos, é um meia-esquerda que ainda luta por um lugar no futebol. Segundo a mãe, a empregada doméstica Tatiane Vieira, o filho “disputou a primeira Copa TV Tribuna (na qual Neymar se destacou pelo colégio Liceu São Paulo, de Santos, aos 12 e 13 anos), mas na época não era televisionada”. Graças aos torneios da escola, o garoto teve algumas propostas para estudar em colégios particulares, mas recusou: “Não queria sair do meu bairro”.
A primeira experiência de Yago no futebol de campo foi a mesma de Neymar. No campo do Grêmio Praia Grande, os dois eram parceiros ofensivos. “Os treinos eram no fundo do campo, atrás do gol, porque éramos muito pequenos. Na época, o espaço parecia gigante.” Aos 12 anos, os jovens se separaram. Yago fez um teste no Corinthians. “A gente treinava no terrão de Itaquera, mas depois de três meses eu voltei, porque não me adaptei à casa de uma tia e sentia falta da minha família e do Glória” – conta Yago.
Pequeno milionário
Aos 13 anos, Neymar despontava nas categorias de base do Santos, chamou a atenção dos clubes da Europa e foi convidado a fazer estágio no Real Madrid. Na iminência de perder o craque, o ex-presidente do alvinegro praiano, Marcelo Teixeira, ofereceu à família Silva Santos R$ 1 milhão em luvas, para o jogador permanecer no Brasil. No ano seguinte, Neymar Jr. passaria a ganhar cerca de R$ 25.000,00 mensais – valor superior ao que muitos jogadores profissionais recebem no Brasil.
Aos 13 anos, Neymar despontava nas categorias de base do Santos, chamou a atenção dos clubes da Europa e foi convidado a fazer estágio no Real Madrid. Na iminência de perder o craque, o ex-presidente do alvinegro praiano, Marcelo Teixeira, ofereceu à família Silva Santos R$ 1 milhão em luvas, para o jogador permanecer no Brasil. No ano seguinte, Neymar Jr. passaria a ganhar cerca de R$ 25.000,00 mensais – valor superior ao que muitos jogadores profissionais recebem no Brasil.
Ao retornar à Praia Grande, Yago seguiu no futsal e na várzea até ser descoberto pelo ex-ponta-direita do Santos Manoel Maria e levado a atuar pelo Jabaquara Atlético Clube, de Santos. “Fiquei três anos, nas categorias infantil e juvenil, e disputei um ótimo Campeonato Paulista Sub-17.” Nessa época, o jogador e sua família assinaram um contrato com a CFS Sports. A empresa se tornou dona dos direitos esportivos de Yago por quatro anos (dos 14 aos 18) e estabeleceu multa rescisória de
R$ 250.000,00. “Do Jabaquara eu tinha chance de ir para o Santos, porque o Manoel Maria era muito influente e já havia levado o Geovânio, hoje atacante reserva do Peixe. Bastava eu ficar mais um pouco por lá. Mas o meu empresário (que ele não diz o nome) vetou a minha permanência.” Yago, então, começou a pingar de clube em clube do Brasil.
Aos 16 anos, ele estava no América Mineiro. Lá, o meia-esquerda conquistou os dirigentes e treinadores com o seu estilo de jogo, fazendo com que eles se interessassem em adquirir os direitos federativos da CFS Sports. “Estávamos no hexagonal final do campeonato mineiro e meu empresário precisava levar o documento à federação autorizando a minha transferência, mas a CFS melou a negociação.”
Yago chamou a atenção de Mauro Fernandes, ex-coordenador das categorias de base do Atlético Mineiro – hoje treinador do time profissional do América Mineiro. No Galo, Yago ficou três meses, mas quebrou o tornozelo e ficou oito meses afastado dos campos. Ao se recuperar, disputou torneios por times de empresários e, em 2011, foi para o Vasco da Gama. “Foi o lugar onde passei mais dificuldade na vida”. Nos quatro meses em que permaneceu no Rio de Janeiro, a CFS nunca o ajudou financeiramente. “Houve dias em que eu fiquei sem comer. Eu ia para o treino à base de água. Às vezes algum amigo me dava biscoito para comer” – comenta entre lágrimas o jogador que não contou a situação à mãe, para não atormentá-la.
Sem resposta sobre a sua permanência no Vasco, Yago aguardou o fim do contrato com a CFS Sports, para reaver sua autonomia. Ele voltou a jogar na várzea de Praia Grande e chamou a atenção de novos empresários que o levaram a uma peneira em São Bernardo. De cerca de 100 jovens, ele se destacou e foi convidado a fazer uma pré-temporada, a fim de se recondicionar fisicamente, com uma equipe profissional de Maria da Fé, no interior de Minas Gerais – no dia da entrevista, Yago se preparava para viajar. Ele diz que existem propostas para realizar seu sonho em outro país: “Não é nada concreto, mas me falaram sobre propostas de Portugal, Alemanha, Suíça e Vietnã. Espero que dê tudo certo. Quero realizar meu sonho e não vou desistir.”
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Greve dos bancários começa nesta terça-feira em todo o País
Sindical
De A Tribuna On-line
Atualizado às 21h20
Com informações da Agência Estado
Os bancários de todo o País entram em greve a partir de terça-feira. A paralisação foi anunciada na semana passada e os detalhes do movimento estão sendo detalhados em assembleias realizadas em várias cidades. O início do movimento também foi aprovado pelos bancários da Baixada Santista, em assembleia realizada na noite desta segunda-feira.
> Saiba como pagar suas contas
A ameaça de greve da categoria foi feita desde a primeira semana do mês, quando a Federação Nacional de Bancos (Fenaban) apresentou proposta de reajuste salarial muito distinta da reivindicação dos bancários, os trabalhadores. Ao todo, são cerca de 500 mil funcionários no País.
> A greve dos bancários costuma afetar suas transações bancárias? Vote
"A nossa briga é com os banqueiros, não com a população. Por isso o acesso aos terminais eletrônicos estará garantido pelo comando de greve. Não impediremos a pessoa de pagar a conta. Só não permitiremos o atendimento no caixa", ressalta o presidente do Sindicato dos Bancários, Ricardo Saraiva, o Big.
Reivindicações
Os banqueiros apresentaram proposta de reajuste linear para salários, pisos e benefícios de 6%. A proposta passa longe da reivindicação dos trabalhadores que pedem 10,25%, sendo 5% de aumento real. "As expectativas que eles (bancários) demonstram estão fora da realidade que a economia está vivendo. Este ano a economia está muito indefinida. Precisamos de certa cautela para fazer acordos", justificou o diretor de Relações de Trabalho da Fenaban, Magnus Ribas Apostólico.
"Neste ano, o que eles ofereceram dá só 0 58% de aumento real", diz Carlos Cordeiro, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).
Apostólico contesta a avaliação dos bancários de que a Fenaban não está disposta a negociar: "Nós dissemos a eles: avaliem a proposta, vejam se existe alguma coisa que precisa ser feita de forma diferenciada, que nós levaremos aos bancos".
De acordo com ele, a Fenaban está disposta a fechar acordo com os bancários, mas tem limitações. "Temos uma convenção coletiva bastante cara com muitos benefícios. É possível evoluir, mas não é possível fazer grandes saltos", afirmou.
Além do reajuste salarial, os trabalhadores pleiteiam mudanças na participação nos lucros e resultados (PLR) e em outras questões econômicas. A proposta da Fenaban foi de PLR de 90% do salário acrescido de valor fixo de R$ 1.484,00, podendo chegar a 2,2 salários de cada empregado. A reivindicação dos bancários à Fenaban é de PLR de três salários mais R$ 4.961,25 de parcela fixa.
Com informações da Agência Estado
Os bancários de todo o País entram em greve a partir de terça-feira. A paralisação foi anunciada na semana passada e os detalhes do movimento estão sendo detalhados em assembleias realizadas em várias cidades. O início do movimento também foi aprovado pelos bancários da Baixada Santista, em assembleia realizada na noite desta segunda-feira.
> Saiba como pagar suas contas
A ameaça de greve da categoria foi feita desde a primeira semana do mês, quando a Federação Nacional de Bancos (Fenaban) apresentou proposta de reajuste salarial muito distinta da reivindicação dos bancários, os trabalhadores. Ao todo, são cerca de 500 mil funcionários no País.
> A greve dos bancários costuma afetar suas transações bancárias? Vote
"A nossa briga é com os banqueiros, não com a população. Por isso o acesso aos terminais eletrônicos estará garantido pelo comando de greve. Não impediremos a pessoa de pagar a conta. Só não permitiremos o atendimento no caixa", ressalta o presidente do Sindicato dos Bancários, Ricardo Saraiva, o Big.
Reivindicações
Os banqueiros apresentaram proposta de reajuste linear para salários, pisos e benefícios de 6%. A proposta passa longe da reivindicação dos trabalhadores que pedem 10,25%, sendo 5% de aumento real. "As expectativas que eles (bancários) demonstram estão fora da realidade que a economia está vivendo. Este ano a economia está muito indefinida. Precisamos de certa cautela para fazer acordos", justificou o diretor de Relações de Trabalho da Fenaban, Magnus Ribas Apostólico.
"Neste ano, o que eles ofereceram dá só 0 58% de aumento real", diz Carlos Cordeiro, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).
Apostólico contesta a avaliação dos bancários de que a Fenaban não está disposta a negociar: "Nós dissemos a eles: avaliem a proposta, vejam se existe alguma coisa que precisa ser feita de forma diferenciada, que nós levaremos aos bancos".
De acordo com ele, a Fenaban está disposta a fechar acordo com os bancários, mas tem limitações. "Temos uma convenção coletiva bastante cara com muitos benefícios. É possível evoluir, mas não é possível fazer grandes saltos", afirmou.
Além do reajuste salarial, os trabalhadores pleiteiam mudanças na participação nos lucros e resultados (PLR) e em outras questões econômicas. A proposta da Fenaban foi de PLR de 90% do salário acrescido de valor fixo de R$ 1.484,00, podendo chegar a 2,2 salários de cada empregado. A reivindicação dos bancários à Fenaban é de PLR de três salários mais R$ 4.961,25 de parcela fixa.
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segunda-feira, 27 de agosto de 2012
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terça-feira, 21 de agosto de 2012
Empresa de call center abre 35 vagas de emprego em Santos
Oportunidade
De A Tribuna On-line
A Atento, empresa de Contact Center, oferece 35 vagas de emprego para o cargo de teleoperador., em Santos (SP). Não é exigida experiência para o cargo de teleoperador.
O perfil para o cargo de teleoperador é segundo grau completo, bom vocabulário, boa dicção, fluência verbal, desenvoltura no relacionamento interpessoal, dinamismo, conhecimentos de informática e habilidade em digitação. Para candidatar-se para as vagas de teleoperador, os interessados devem se cadastrar no site:www.atento.com.br.
Benefícios
A cpntratação é realizada por meio de regime CLT. A empresa oferece assistência médica, vale-refeição ou vale-alimentação, seguro de vida, assistência odontológica, vale-transporte, auxílio-creche e auxílio à criança especial.
A remuneração varia de acordo com o cliente e a carga horária. Além disso, a companhia tem parcerias com instituições de ensino em todo País (em cursos superiores, pós-graduação, MBA, escolas de idiomas e informática) e são descontos que variam de 10% a 50% do valor da mensalidade, sendo que alguns são válidos inclusive para os dependentes. Vale ressaltar que esta parceria é um benefício para todos os funcionários da Atento.
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O perfil para o cargo de teleoperador é segundo grau completo, bom vocabulário, boa dicção, fluência verbal, desenvoltura no relacionamento interpessoal, dinamismo, conhecimentos de informática e habilidade em digitação. Para candidatar-se para as vagas de teleoperador, os interessados devem se cadastrar no site:www.atento.com.br.
Benefícios
A cpntratação é realizada por meio de regime CLT. A empresa oferece assistência médica, vale-refeição ou vale-alimentação, seguro de vida, assistência odontológica, vale-transporte, auxílio-creche e auxílio à criança especial.
A remuneração varia de acordo com o cliente e a carga horária. Além disso, a companhia tem parcerias com instituições de ensino em todo País (em cursos superiores, pós-graduação, MBA, escolas de idiomas e informática) e são descontos que variam de 10% a 50% do valor da mensalidade, sendo que alguns são válidos inclusive para os dependentes. Vale ressaltar que esta parceria é um benefício para todos os funcionários da Atento.
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Em Santos, casos de dengue crescem 320% de janeiro a julho
458 infectados
Brenda Melo Duarte
A dengue continua fazendo vítimas em Santos. O número de casos no Município cresceu 320% nos primeiros sete meses do ano. De janeiro a julho de 2011, foram registradas 109 infecções pela doença. No mesmo período de 2012, este número subiu para 458 casos. Os dados foram divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde nesta terça-feira.
De acordo com o balanço da Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo, entre os sete meses, a Baixada Santista apresentou 640 casos, em 2011, e 991 no mesmo período de 2012. O aumento foi de 55%.
Os números apontam que Santos representa 46% do total de infectados na região. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, apesar do alto índice de casos no Município, não houve óbitos por conta da doença nos últimos dois anos.
A médica infectologista Iraty Nunes Lima, chefe do Departamento de Vigilância em Saúde, diz que o aumento era esperado. “Já havíamos alertado para uma possível epidemia na próxima temporada”.
Iraty ressaltou que os dias quentes que marcam o inverno deste ano contribuem para a proliferação do mosquito transmissor, o Aedes Aegypti.
A médica infectologista ainda ressalta a importância de uma ação metropolitana contra a dengue. “A população se desloca diariamente entre as cidades da região. Alguns trabalham em Santos e moram em outras cidades. As ações contra a dengue devem ser conjuntas, em todas as cidades,” afirma.
Em relação ao avanço do tipo 4 da doença, Iraty alerta que “todos estão suscetíveis a contrair, mesmo os que já pegaram os outros tipos”.
Segundo Iraty, a população deve reforçar os cuidados. “A dengue é um problema de todos, A vigilância realiza mutirões de casa em casa e nos pontos estratégicos, como imóveis, cemitérios e edifícios de grande porte”.
Entre os bairros com mais casos estão o Rádio Clube (51), Vila Mathias (39) e São Manoel (32). Neste ano, já ocorreram 17 mutirões na cidade de combate à doença na Cidade.
De acordo com o balanço da Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo, entre os sete meses, a Baixada Santista apresentou 640 casos, em 2011, e 991 no mesmo período de 2012. O aumento foi de 55%.
Os números apontam que Santos representa 46% do total de infectados na região. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, apesar do alto índice de casos no Município, não houve óbitos por conta da doença nos últimos dois anos.
A médica infectologista Iraty Nunes Lima, chefe do Departamento de Vigilância em Saúde, diz que o aumento era esperado. “Já havíamos alertado para uma possível epidemia na próxima temporada”.
Iraty ressaltou que os dias quentes que marcam o inverno deste ano contribuem para a proliferação do mosquito transmissor, o Aedes Aegypti.
A médica infectologista ainda ressalta a importância de uma ação metropolitana contra a dengue. “A população se desloca diariamente entre as cidades da região. Alguns trabalham em Santos e moram em outras cidades. As ações contra a dengue devem ser conjuntas, em todas as cidades,” afirma.
Em relação ao avanço do tipo 4 da doença, Iraty alerta que “todos estão suscetíveis a contrair, mesmo os que já pegaram os outros tipos”.
Segundo Iraty, a população deve reforçar os cuidados. “A dengue é um problema de todos, A vigilância realiza mutirões de casa em casa e nos pontos estratégicos, como imóveis, cemitérios e edifícios de grande porte”.
Entre os bairros com mais casos estão o Rádio Clube (51), Vila Mathias (39) e São Manoel (32). Neste ano, já ocorreram 17 mutirões na cidade de combate à doença na Cidade.
sábado, 11 de agosto de 2012
PAT está com 28 oportunidades de emprego
Notícia do dia 10/8/2012 | ||||||
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quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Em depoimento, mãe diz que sua companheira matou a filha
Praia Grande

De A Tribuna On-line
Ana Beatriz Tossato, de 13 anos
Com informações de Fernando Diegues
A perda de uma mochila com drogas teria motivado o assassinato de uma adolescente de 13 anos, no Jardim Anhanguera, em Praia Grande. Sua mãe, que foi presa, a atual companheira dela e o homem que registrou a garota como sua filha são acusados do crime. O corpo foi desovado em São Bernardo do Campo e um cartão de memória para celular, com fotos, ajudou no esclarecimento do homicídio.
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Ana Beatriz Tossato Ferreira de Souza foi executada em sua casa, na Rua Francisco Conrado, em 13 de junho. Ela sofreu fraturas no rosto e morreu por esganadura, explicou o delegado titular do 1º DP de Praia Grande, Luiz Evandro Medeiros.
Ao ser presa pela Polícia Civil, por força de prisão temporária, Ana Luiza deu sua versão. “Ela negou envolvimento com o tráfico de drogas”, afirmou o delegado.
“Disse que seu relacionamento com Elizabeth não estava bom e que a filha, que seria problemática, vinha interferindo na relação”. Segundo a versão da detida, no dia da morte Elizabeth estaria embriagada e começou a brigar com a vítima.
Durante a confusão, Elizabeth teria partido para a agressão. “Disse que tentou apartar, mas não conseguiu. E quando se deu conta a garota estava morta”, comentou Medeiros.
Ele acredita que a mãe teria condições de intervir. A acusada foi encaminhada para a Cadeia Feminina de Santos, segundo dados da polícia.
A Polícia Civil também cumpre mandados de prisão temporária contra outros dois suspeitos de terem participado do crime: Elizabeth Santos, atual companheira de Ana Luiza; e Carlos José Souza, seu ex-marido.
Investigação
Segundo a investigação, Carlos José Bento de Souza, de 48 anos, o Azeitona, que assumiu a paternidade de Ana Beatriz mas não é o pai biológico, é envolvido com o tráfico de entorpecentes. “Testemunhas informaram que a adolescente e sua mãe (Ana Luiza Ferreira, de 28 anos) eram usadas por Carlos para entrega de drogas, no Ribeirópolis”.
O delegado contou que, no trajeto para uma das entregas nas biqueiras, a adolescente perdeu a mochila com o entorpecente. “Ela voltou para casa desesperada, chorando, e começou a pressão do tráfico para pagar pelo material”.
A situação provocou uma discussão entre a vítima, sua mãe e a companheira dela, identificada como Elizabeth Fernandes dos Santos, de 43 anos. Segundo a polícia, Elizabeth luta boxe.
“Durante a discussão, a mãe e a atual mulher teriam agredido a menina e a esganada até a morte. Essa é a versão da polícia, por meio de testemunhas”, disse o delegado.
“Dou um jeito”
Após o crime, Carlos foi chamado pelas mulheres. “Ao ver o corpo, ele diz friamente: ‘deixa que eu dou um jeito’”, contou Medeiros.
Carlos, com ajuda de Elizabeth, coloca a jovem no porta-malas do Fiesta das mulheres. “A cobrem e levam até o KM 47 da Anchieta (São Bernardo do Campo)”.
O delegado contou que, orientadas por Azeitona, as mulheres foram até a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Praia Grande. No dia 15 de junho elas registraram um BO de desaparecimento.
No documento, a mãe declarou que a menina estava rebelde e não aceitava regras dentro de casa. Ela disse que na noite do dia 14 a jovem teria juntado alguns pertences e fugido.
Corpo
O corpo da garota foi encontrado no dia 15 de junho, por um motorista que parou em uma área de estacionamento. Ele estava com problemas mecânicos em seu veículo. A menina estava jogada em um mato após a mureta do acostamento.
Uma equipe da Polícia Militar foi até o local da desova. Sem documentos, inicialmente a jovem constou como desconhecida. A localização do cadáver foi registrada no 4º DP de São Bernardo.
Mochila
Junto ao corpo havia uma mochila. Além de roupas, a polícia encontrou um cartão de memória. Nele havia algumas fotos, incluindo uma da vítima com uniforme escolar.
O delegado explicou que foi identificada qual era a unidade de ensino e, em contato com a escola, foi apurado que uma aluna estava sumida. As investigações prosseguiram e foi levantada a história da droga com testemunhas.
O carro usado no crime já tinha sido vendido, mas foi localizado e apreendido, no último dia 18. A perícia no automóvel, com uso do reagente luminol, indicou vestígios de sangue.
A partir do laudo do luminol, foi pedida a prisão temporária do trio. Ana Luiza foi localizada na segunda-feira. Na tarde de nesta quarte-feira, os outros dois suspeitos permaneciam foragidos.
Chefiados por Ricardo Mendes e coordenados pelo delegado, participam das investigações os policiais civis Celso, Vanda, Bento e Sílvia. Denúncias que ajudem no caso podem ser feitas pelo telefone 3473-4959. Não é preciso se identificar.
A perda de uma mochila com drogas teria motivado o assassinato de uma adolescente de 13 anos, no Jardim Anhanguera, em Praia Grande. Sua mãe, que foi presa, a atual companheira dela e o homem que registrou a garota como sua filha são acusados do crime. O corpo foi desovado em São Bernardo do Campo e um cartão de memória para celular, com fotos, ajudou no esclarecimento do homicídio.
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Ana Beatriz Tossato Ferreira de Souza foi executada em sua casa, na Rua Francisco Conrado, em 13 de junho. Ela sofreu fraturas no rosto e morreu por esganadura, explicou o delegado titular do 1º DP de Praia Grande, Luiz Evandro Medeiros.
Ao ser presa pela Polícia Civil, por força de prisão temporária, Ana Luiza deu sua versão. “Ela negou envolvimento com o tráfico de drogas”, afirmou o delegado.
“Disse que seu relacionamento com Elizabeth não estava bom e que a filha, que seria problemática, vinha interferindo na relação”. Segundo a versão da detida, no dia da morte Elizabeth estaria embriagada e começou a brigar com a vítima.
Durante a confusão, Elizabeth teria partido para a agressão. “Disse que tentou apartar, mas não conseguiu. E quando se deu conta a garota estava morta”, comentou Medeiros.
Ele acredita que a mãe teria condições de intervir. A acusada foi encaminhada para a Cadeia Feminina de Santos, segundo dados da polícia.
A Polícia Civil também cumpre mandados de prisão temporária contra outros dois suspeitos de terem participado do crime: Elizabeth Santos, atual companheira de Ana Luiza; e Carlos José Souza, seu ex-marido.
Investigação
Segundo a investigação, Carlos José Bento de Souza, de 48 anos, o Azeitona, que assumiu a paternidade de Ana Beatriz mas não é o pai biológico, é envolvido com o tráfico de entorpecentes. “Testemunhas informaram que a adolescente e sua mãe (Ana Luiza Ferreira, de 28 anos) eram usadas por Carlos para entrega de drogas, no Ribeirópolis”.
O delegado contou que, no trajeto para uma das entregas nas biqueiras, a adolescente perdeu a mochila com o entorpecente. “Ela voltou para casa desesperada, chorando, e começou a pressão do tráfico para pagar pelo material”.
A situação provocou uma discussão entre a vítima, sua mãe e a companheira dela, identificada como Elizabeth Fernandes dos Santos, de 43 anos. Segundo a polícia, Elizabeth luta boxe.
“Durante a discussão, a mãe e a atual mulher teriam agredido a menina e a esganada até a morte. Essa é a versão da polícia, por meio de testemunhas”, disse o delegado.
“Dou um jeito”
Após o crime, Carlos foi chamado pelas mulheres. “Ao ver o corpo, ele diz friamente: ‘deixa que eu dou um jeito’”, contou Medeiros.
Carlos, com ajuda de Elizabeth, coloca a jovem no porta-malas do Fiesta das mulheres. “A cobrem e levam até o KM 47 da Anchieta (São Bernardo do Campo)”.
O delegado contou que, orientadas por Azeitona, as mulheres foram até a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Praia Grande. No dia 15 de junho elas registraram um BO de desaparecimento.
No documento, a mãe declarou que a menina estava rebelde e não aceitava regras dentro de casa. Ela disse que na noite do dia 14 a jovem teria juntado alguns pertences e fugido.
Corpo
O corpo da garota foi encontrado no dia 15 de junho, por um motorista que parou em uma área de estacionamento. Ele estava com problemas mecânicos em seu veículo. A menina estava jogada em um mato após a mureta do acostamento.
Uma equipe da Polícia Militar foi até o local da desova. Sem documentos, inicialmente a jovem constou como desconhecida. A localização do cadáver foi registrada no 4º DP de São Bernardo.
Mochila
Junto ao corpo havia uma mochila. Além de roupas, a polícia encontrou um cartão de memória. Nele havia algumas fotos, incluindo uma da vítima com uniforme escolar.
O delegado explicou que foi identificada qual era a unidade de ensino e, em contato com a escola, foi apurado que uma aluna estava sumida. As investigações prosseguiram e foi levantada a história da droga com testemunhas.
O carro usado no crime já tinha sido vendido, mas foi localizado e apreendido, no último dia 18. A perícia no automóvel, com uso do reagente luminol, indicou vestígios de sangue.
A partir do laudo do luminol, foi pedida a prisão temporária do trio. Ana Luiza foi localizada na segunda-feira. Na tarde de nesta quarte-feira, os outros dois suspeitos permaneciam foragidos.
Chefiados por Ricardo Mendes e coordenados pelo delegado, participam das investigações os policiais civis Celso, Vanda, Bento e Sílvia. Denúncias que ajudem no caso podem ser feitas pelo telefone 3473-4959. Não é preciso se identificar.
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Operação apreende 959 maços de cigarros em Praia Grande
Contrabando
Eduardo Velozo Fuccia
Policiais da Delegacia de Praia Grande e agentes da Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF) deflagraram na quarta-feira operação para reprimir no município o comércio de cigarros falsificados e contrabandeados. Durante todo o dia, 30 estabelecimentos foram vistoriados, sendo neles apreendidos 959 maços de cigarros expostos à venda, mas sem as respectivas notas fiscais, porque eles são falsificados ou contrabandeados.
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quarta-feira, 8 de agosto de 2012
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Estilo: Informática
lançamento: Agosto 2012
Idioma: Português
Tamanho: 69 Mb
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Idioma: Português
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terça-feira, 7 de agosto de 2012
Prefeitura cria Serviço de Informações ao Cidadão
| Notícia do dia 7/8/2012 | ||||||||
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Prefeitura inaugura nova unidade do CRAS no Quietude
| Notícia do dia 1/8/2012 Por Aline Gomes , MTB: 64.010 | ||||||||
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quarta-feira, 18 de julho de 2012
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